Democracia e Sociedade
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“Sá Fernandes e o Livre… de Memória”
Em Portugal, há fenómenos que desafiam a física, a lógica e até a meteorologia política. Um deles acaba de acontecer: José Sá Fernandes, velho conhecido dos bastidores do poder, aterrou no partido Livre. Não de paraquedas — que isso já seria demasiado honesto — mas de asa-delta, com o vento da conveniência a empurrá-lo suavemente para o lado mais fotogénico da esquerda. Este é o mesmo Sá Fernandes que já defendeu mais interesses privados do que um ministro da economia em época de orçamento. Que já se sentou ao lado de banqueiros, políticos encravados e até de urbanistas que achavam que betão era sinónimo de progresso. Agora, ressuscita politicamente no…
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“Do Fundo do Poço Vê-se Melhor o Populista”
"O Chega cresce, não por mérito, mas porque o resto apodreceu. É o fungo no sistema, o sintoma terminal de uma democracia esvaziada de ideias. PS e PSD cavaram o buraco — agora espantam-se por ver um demagogo a discursar do alto. Mas foi o silêncio deles, a corrupção deles, a conivência deles que ergueu o púlpito onde ele se exibe."
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Montenegro, o Legitimado — Ou Como Ganhar Sem Convencer
"Montenegro subiu ao poder como quem apanha o comboio das sete — não por mérito, mas por ausência de alternativa. Foi legitimado pelo sistema, não pelo povo. E esse mesmo sistema, doente e viciado, continua a oferecer ao país políticos com currículo opaco e discursos plastificados. Os partidos tornaram-se empresas de fachada, e a democracia um teatro onde o público já não acredita na peça. Portugal merece mais do que esta farsa com intervalos de quatro em quatro anos."
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Dia de Eleições: O Voto Livre na Prisão das Alternâncias
“Hoje vota-se. Mas o país continua aprisionado. Porque enquanto não se puder votar para mudar o sistema, o voto continuará a ser livre... dentro de uma prisão.”
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Lançamento do Livro: O Grande Roubo da República
Data: 16 de maio de 2025Autores: Francisco Gonçalves e Augustus Veritas Um livro necessário, num país anestesiado Nasceu com urgência, foi escrito com indignação e agora está disponível para quem ainda se recusa a adormecer:“O Grande Roubo da República” — um livro que percorre com lucidez impiedosa os últimos 50 anos da democracia portuguesa, revelando os esquemas, os silêncios e as repetições do poder em farrapos. São 18 capítulos de denúncia, sátira e análise crítica. Uma obra que mapeia o assalto silencioso à coisa pública — do cavaquismo ao socratismo, da teia autárquica aos incêndios esquecidos, da justiça entorpecida aos média domesticados. Um livro com nomes, histórias e espelhos Não…
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Com uma Mão à Frente e um Império Atrás: A Mágica Ascensão de Montenegro
“Montenegro começou sem nada. Hoje tem imóveis, ações e sociedades. A política portuguesa continua a ser a arte de enriquecer com o sofrimento dos outros — mas com muito sofrimento próprio, claro… dos investimentos milionários que ‘custaram muito’. Pobres ricos.”
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Pensões em Portugal: a desigualdade institucionalizada entre os do costume e os esquecidos
Durante décadas, venderam-nos a ideia de que a Segurança Social portuguesa era o garante de um sistema justo e solidário. Um contrato entre gerações. Um pilar da democracia social. Mas os dados de 2023 desmentem esse mito com a força de um murro na mesa. 📊 A realidade em números Enquanto um reformado da Segurança Social recebe em média 494 € mensais, um aposentado da Caixa Geral de Aposentações (CGA) aufere, em média, 1.679 € mensais — ou seja, mais de 3 vezes mais. Ambos descontaram. Ambos contribuíram. Ambos acreditaram no sistema.Mas o sistema… não trata todos por igual. ⚠️ As implicações desta injustiça 1. Dois regimes, dois países Criou-se em Portugal…
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A Ilusão Vestida de Ciência: Quando a RTP se torna Oráculo do Obscuro
"A ciência sabe quando não sabe — e é essa a sua grandeza. Já a parapsicologia, disfarçada de documentário, não sabe o que não sabe — e insiste em fingir que sabe "
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Democracia de Silêncio: Quando o Jornalista é o Réu
Vivemos numa democracia em que o cidadão já não manda. O povo assiste, calado e anestesiado, a um sistema onde os partidos gritam, os reguladores obedecem e os jornalistas são disciplinados por ousarem perguntar. O caso é claro e vergonhoso: o líder do PCP sente-se ofendido com uma pergunta de José Rodrigues dos Santos, em plena entrevista na RTP — um canal público, pago por todos. A pergunta era legítima, necessária e, sobretudo, jornalística. Mas num sistema capturado, o papel do jornalista já não é questionar o poder, é confortá-lo. A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) — esse monstro burocrático que nunca defende o público mas sempre os…
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📘 Lançamento do Livro: Portugal – Renascer das Cinzas
✍️ Um excerto: “Portugal não se salvou com milagres. Salvou-se com lucidez, coragem e tempo. Foi preciso olhar o abismo — e não desviar os olhos. Foi preciso desaprender séculos de medo — para reaprender a liberdade.”





























