Mediocridade
- Banalidade do mal extremo, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, Política Internacional, Totalitarismo
Trump e o Eclipse da Verdade: A Política Transformada em Delírio
Trump, a BBC e a Farsa da Verdade: O Lunatismo que Continua Impune Box de Facto: Trump processa a BBC por “imprecisões” enquanto continua a espalhar notícias falsas e teorias conspirativas há mais de uma década. A coerência é opcional; a disrupção, constante. Há momentos na História em que a ironia deixa de ser um recurso literário e passa a ser um método político. Donald Trump queixar-se da BBC por “imprecisão” é um desses momentos: uma espécie de eclipse moral, um curto-circuito lógico no qual o maior propagador de falsidades da era moderna se declara vítima da mentira. É quase cómico. É quase trágico. É, acima de tudo, profundamente revelador.…
-
A fábrica de Unicórnios : Um conto de fadas
A Fábrica de Unicórnios de Carlos Moedas: A Ilusão Perfeita da Inovação Fingida Box de Facto: O discurso da “fábrica de unicórnios” em Lisboa é mais um exercício de marketing político do que uma estratégia de desenvolvimento económico realista. Portugal sempre teve um talento refinado para inventar narrativas salvíficas. Cada década traz uma nova fantasia: a revolução tecnológica, o país das startups, o Silicon Valley à beira-Tejo… E agora, na versão mais recente desta fábula colectiva, surge-nos Carlos Moedas a anunciar uma “fábrica de unicórnios”. A imagem é bonita — quase infantil — a de criaturas mitológicas a galoparem pelos corredores do poder. Mas, como tantas vezes acontece no país…
-
A Grande Montra da Modernidade Falsa: Como Portugal Continua a Financiar o Espetáculo do Web Summit
O Web Summit e a Parolice Nacional Financiada com Dinheiro Público Factos Rápidos Apoio público anual ao Web Summit: ≈ 11 milhões de euros. Contrato envolve Governo (Turismo de Portugal / AICEP) e Câmara Municipal de Lisboa. Custos adicionais não contabilizados: segurança, logística, infra-estruturas, transportes. Valor nunca foi inferior a 9 milhões/ano. Portugal paga para “parecer moderno”, mas a estrutura tecnológica real permanece fragilizada. Todos os anos, quando o Web Summit desembarca em Lisboa com drones, luzes, manchetes e discursos pré-fabricados, repete-se o espectáculo nacional da modernidade decorativa. Aquele entusiasmo quase coreografado, misto de provincianismo e ambição, que transforma três dias de conferência num ritual mediático disfarçado de revolução tecnológica.…
-
A Justiça em Pane: O País Que Nunca Testa, Nunca Aprende
A Justiça Parou. A Incompetência Não: O Desastre Digital de um País que Não Aprende Box de Factos • Foi lançado um novo sistema informático para tribunais e justiça sem fase piloto real. • O sistema falhou de imediato: atrasos, processos bloqueados, prazos comprometidos. • A ministra da Justiça afirmou tratar-se de “dificuldades normais” e que “não era possível prever tudo”. • Magistrados, advogados e funcionários judiciais entraram em estado de emergência operacional. A Tragédia Anunciada Portugal tem um talento único para o desastre tecnológico institucional. Cada novo sistema introduzido na Administração Pública é uma promessa solene de modernidade; e cada estreia é um mergulho directo no caos. No sector…
- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Crime Organizado, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
O Estado Dentro do Estado: A Casta de Auto-Eleitos que Usurpou Abril
A Democracia Cativa: Portugal e a Casta dos Partidos Box de Factos — Fragmentos do Caos – Tema: Regime político português pós-1974 – Ângulo: Crítica estrutural e filosófica – Destinatário: Sociedade civil que já não aceita este teatro da mediocridade em que transformaram Portugal. 1. A promessa de Abril e o fecho da porta O país que emergiu do 25 de Abril foi um país aceso de esperança, vibrante de futuro, sedento de cidadania. Mas, discretamente, enquanto o povo celebrava a rua,
- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Crime Organizado, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
Canalhocracia: quando o fisco tem dono e o povo, dívida
República dos Isentos: a democracia que só morde para baixo Quando a banca que engoliu fortunas e as empresas com lucros de bilhão tratam os impostos como opinião — e o povo paga como obrigação. Lisboa · Francisco Gonçalves & Augustus Veritas Lumen Balança do betão: quando a água se torna imposto. Resumo em uma frase: em Portugal, há quem trate o fisco como sugestão e quem o viva como sentença; não é destino — é desenho institucional. Canalhocracia, acto I — a magia do desaparecimento A banca que fez desaparecer riqueza não o fez com truques de salão, mas com a velha liturgia do risco privatizado e do prejuízo…
- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Crime Organizado, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
O Cofre e a Comporta: 335 Milhões de Impostos que a EDP não quer pagar!
Barragens e Barreiras: quando o Douro pede contas — 335 milhões em impostos O Ministério Público diz que é para pagar; o Governo fala em litígios; a EDP diz que está tranquila. Quem tem sede, o Tesouro ou a Justiça? Lisboa, 7 de Novembro de 2025 · Francisco Gonçalves & Augustus Veritas Lumen Balança vs. Barragem — justiça fiscal a peso de água. Box de Factos O Ministério Público (MP) concluiu que há impostos em falta na venda de 6 barragens (2020) e determinou que a AT proceda à liquidação. Montante indicativo: 335,2 M€ (≈ 114,7 M€ IRC + 120,9 M€ Selo + 99,6 M€ IMT), acrescidos de juros. O…
- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo
Paulo Macedo – Cofres em boia: quem salva quem ?
“Os bancos não têm de salvar o Estado” — porquê esta frase soa (tão) mal? CGD, lucros e dividendos vs. memória curta dos resgates: a anatomia de um paradoxo público Box de Factos Frase do dia: “A Caixa não é o salvador das contas públicas; quem tem de salvar as contas públicas são os portugueses.” Dividendo anunciado para 2026: ~1.000 milhões €. Apoios públicos à banca (2008–2023): ~21,6 mil milhões € (saldo ainda negativo acima de 21 mil milhões €). Recapitalização da CGD (2017): 3,9 mil milhões € com aval europeu. Hoje: acordo para vender 19% da Águas de Portugal à Parpública, com mais-valia para a Caixa. Há frases que…
- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Crime Organizado, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
O Esgoto Invisível do Estado: Desperdício, Corrupção e a Urgência de uma Cirurgia à Despesa
FACTO-CHAVE Em audição parlamentar sobre o OE2026 (6 Nov 2025), a presidente do Conselho das Finanças Públicas, Nazaré da Costa Cabral, afirmou que o SNS sofre de ineficiências sérias e desperdícios estruturais, defendendo revisão profunda da despesa e combate consequente à fraude. Portugal do Desperdício e da Corrupção Entranhada Quando o Estado se habitua ao esbanjamento, os governos tornam-se cúmplices do roubo silencioso Há dias em que o véu cai e vemos o país como ele é: um Estado que cobra cada vez mais aos mesmos, mas continua a deixar escapar milhões por ralos abertos na despesa pública. Hoje foi um desses dias. No Parlamento, a presidente do Conselho das…
- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
O Crepúsculo do Teatro Político
Portugal e o Revezamento da Mediocridade Chamaram-lhe o “Presidente dos Afetos”, e ele acreditou. Mas a afeição tornou-se instrumento político, uma coreografia de abraços e selfies, enquanto, nas sombras, se tecia o verdadeiro magistério: o da influência. Marcelo construiu o seu trono não no voto, mas na visibilidade — o altar mediático onde cada gesto valia um ponto nas sondagens. Durante anos, Dom Marcelo praticou o seu ministério de encantamento: distribuía bênçãos televisivas, absolvia ministros e condenava ninguém. Sabia como poucos usar o verbo manso e o sorriso luminoso para seduzir um povo exausto. Falava de ética com voz de pregador, mas silenciava-se quando ela lhe batia à porta. Tornou-se…





























