Ficção
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Diploma Pronto a Levar: Só Hoje, o 12.º Ano em 3 Meses!
“O conhecimento já não é cultivado — é embalado e plastificado como fiambre em promoção.” Diploma Pronto a Levar: o 12.º ano em 3 meses. Sem complicações. Sem vergonha.
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Portugal 50 anos : O Museu dos Enganos e Golpes de Estado
Entrada gratuita. A saída, essa, custa-te uma vida inteira de impostos. 1. Sala da Farsa Fundacional (1974–1986) “A Liberdade chegou, mas ficou presa nos gabinetes.” Aqui temos: 2. Galeria da Bancarrota Didática “Gastar sem produzir, endividar sem crescer: uma lição portuguesa.” Exposto: 3. Corredor dos Fantasmas da Troika “Bem-vindos à dieta da austeridade: pão, água e mais impostos.” Inclui: 4. Salão dos Compadrios Eternos “Mérito é uma superstição. Aqui, só entra quem já entrou.” Peças-chave: 5. Cripta dos Impostos Vivos “Nem os mortos escapam.” Saída pela loja da indignação passiva. Ali vendem-se t-shirts com frases como:“Se votar mudasse alguma coisa, já tinha sido proibido.”“Rouba um banco e vais preso. Governa…
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Portugal: 50 Anos de Gestão Pública Entre o Absurdo e o Improvisado
Ou como uma nação de navegadores se perdeu numa rotunda sem saída Portugal celebrou há pouco 50 anos de “democracia”. Sim, as aspas são necessárias — não por desrespeito, mas por honestidade. Porque o que temos tido desde 1974 não foi bem democracia… foi antes uma longa peça de teatro amador, com atores que não decoram as falas, cenários reciclados e um público que bate palmas porque não sabe mais o que fazer com as mãos. Do 25 de Abril ao 25 de Sempre Começámos com esperança. Cravos na mão, botas nas praças, vozes nas rádios. Mas não passou um ano até termos percebido que a “liberdade” vinha acompanhada de…
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Os Enganadores: Portugal, a Nação que Vota na Mentira
“Portugal já não é governado — é encenado. No palco, os mesmos rostos, reciclados, sorridentes e obedientes aos cordelinhos do poder oculto. Prometem, acenam, mentem com todos os dentes — e o povo, adormecido pelo hábito e pela esperança vazia, continua a aplaudir.”
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Lançamento do Livro : O Rei dos Abraços
Stabat in scena, non in Falava ao povo, mas escutava o poder. A toga era branca, o silêncio, cúmplice. Não caiu. Foi-se apagando sob aplausos encomendados.
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Lançamento do Livro: O Grande Roubo da República
Data: 16 de maio de 2025Autores: Francisco Gonçalves e Augustus Veritas Um livro necessário, num país anestesiado Nasceu com urgência, foi escrito com indignação e agora está disponível para quem ainda se recusa a adormecer:“O Grande Roubo da República” — um livro que percorre com lucidez impiedosa os últimos 50 anos da democracia portuguesa, revelando os esquemas, os silêncios e as repetições do poder em farrapos. São 18 capítulos de denúncia, sátira e análise crítica. Uma obra que mapeia o assalto silencioso à coisa pública — do cavaquismo ao socratismo, da teia autárquica aos incêndios esquecidos, da justiça entorpecida aos média domesticados. Um livro com nomes, histórias e espelhos Não…
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O Partido que Parou no Kremlin
Ou como o PCP se tornou o último museu vivo da Guerra Fria Há coisas que resistem ao tempo: as pedras de Monsanto, o cheiro a bacalhau no Natal e… o PCP. Sim, o glorioso Partido Comunista Português, que em tempos arrastou multidões e recitou “A Internacional” com lágrimas nos olhos e cravos na lapela, hoje é uma relíquia estalinista a tentar passar-se por alternativa política. É como assistir a um fax a tentar competir com o TikTok. Um congresso, duas bandeiras e três fiéis O que dizer de um partido que ainda chama “camarada” a quem discorda com menos de 60 anos? Que ainda acredita que há um proletariado…
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📘 Lançamento Oficial – A República dos Esquemas: Crónicas de um País Roubado
A República dos Esquemas é um espelho estilhaçado onde o leitor se vê — não como herói, mas como testemunha. É uma crónica literária dos últimos cinquenta anos da vida política portuguesa, contada com ironia, lucidez e uma coragem rara. Uma obra que denuncia os bastidores podres de um sistema onde o compadrio se disfarça de competência, onde os escândalos prescrevem e onde os culpados almoçam em comissões parlamentares.
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Portugal — O País dos PowerPoints Eternos
Portugal não é um país. É um estaleiro imaginário com promessas a prazo. Desde que há memória (e há pouca, convenhamos), andamos a construir coisas que nunca terminam — mas que dão ótimos slides de apresentação. O novo aeroporto? Está quase. Desde os anos 70. Já mudou de sítio mais vezes que o Papa de discurso.É Alcochete, não, é Montijo! Agora será em Alverca, talvez Beja — ou então um aeroporto flutuante na Trafaria. A certeza é uma: o betão continua virgem. O TGV? Claro! Em 2030. Ou 2050. Ou quando França nos emprestar os trilhos.O comboio de alta velocidade serve para debates — não para viajar. Porque o importante…
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Portugal 2025: Um País em Modo Fantasma com Faturas Ativas
Em pleno 2025, Portugal deixou de ser uma nação — passou a ser um formulário com NIF. Somos um país cuja bandeira devia ter um código QR no centro e cujos hinos agora são notificações das Finanças. A digitalização avançou — sim, mas só até onde convinha ao Estado. Ainda esperamos meses por consultas, mas podemos pedir uma certidão de óbito em tempo real… mesmo estando vivos. A justiça tornou-se um espetáculo de marionetas jurídicas, onde os culpados têm bons advogados e os inocentes… boa sorte. A educação virou instrução técnica para produzir consumidores obedientes, e a saúde está de baixa prolongada. Governos entram e saem com promessas recicladas, como…


























