Fé e esperança
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A Era da Mentira Agradável e que conforta
“A verdade tornou-se incómoda. Substituíram-na por versões confortáveis da mentira. Esta não é apenas a decadência de uma civilização — é o espetáculo do seu suicídio voluntário.”
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Diploma Pronto a Levar: Só Hoje, o 12.º Ano em 3 Meses!
“O conhecimento já não é cultivado — é embalado e plastificado como fiambre em promoção.” Diploma Pronto a Levar: o 12.º ano em 3 meses. Sem complicações. Sem vergonha.
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O País que Cruzou os Braços à Espera do Euromilhões e da raspadinha
Portugal, esse velho palco de tragédias e comédias, tornou-se uma terra onde a fé e a esperança são os motores que empurram o povo para o dia seguinte. Não a fé como impulso interior para agir, mas como muleta para a inércia. E não a esperança como plano de superação, mas como lotaria emocional: a ideia absurda de que um dia, sem fazer nada, tudo pode mudar. Há quem diga: “Acredito no destino.” E tudo bem. Mas por cá, acredita-se tanto no destino que já não se acredita em mais nada — nem em esforço, nem em estratégia, nem em coragem. O destino virou desculpa. Um álibi para o conformismo.…
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Portugal 50 anos : O Museu dos Enganos e Golpes de Estado
Entrada gratuita. A saída, essa, custa-te uma vida inteira de impostos. 1. Sala da Farsa Fundacional (1974–1986) “A Liberdade chegou, mas ficou presa nos gabinetes.” Aqui temos: 2. Galeria da Bancarrota Didática “Gastar sem produzir, endividar sem crescer: uma lição portuguesa.” Exposto: 3. Corredor dos Fantasmas da Troika “Bem-vindos à dieta da austeridade: pão, água e mais impostos.” Inclui: 4. Salão dos Compadrios Eternos “Mérito é uma superstição. Aqui, só entra quem já entrou.” Peças-chave: 5. Cripta dos Impostos Vivos “Nem os mortos escapam.” Saída pela loja da indignação passiva. Ali vendem-se t-shirts com frases como:“Se votar mudasse alguma coisa, já tinha sido proibido.”“Rouba um banco e vais preso. Governa…
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Os Enganadores: Portugal, a Nação que Vota na Mentira
“Portugal já não é governado — é encenado. No palco, os mesmos rostos, reciclados, sorridentes e obedientes aos cordelinhos do poder oculto. Prometem, acenam, mentem com todos os dentes — e o povo, adormecido pelo hábito e pela esperança vazia, continua a aplaudir.”
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Manifesto de Reforma Espiritual: Da Igreja do Poder à Igreja da Verdade
“Não há fé sem memória. A Igreja precisa descer do altar do poder e ajoelhar-se diante da verdade. Este é o manifesto de uma nova espiritualidade — onde o Evangelho volta a ser caminho, não trono.”












