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Portugal: A História Julgará os Crimes Contra a Nação
Fragmentos do Caos · FC-Chronic-News A História Julgará os Crimes Contra a Nação Portugal não viveu 52 anos em ditadura. Viveu em democracia formal. Mas uma democracia pode ser livre no voto e capturada na prática, quando o poder se habitua a falhar sem consequência. Por Aletheia Veritas · Para Fragmentos do Caos A História julgará os grandes crimes contra a nação que se perpetuaram ao longo destes 52 anos de proclamada democracia. Não necessariamente crimes penais, porque esses cabem aos tribunais. Mas crimes políticos, morais, sociais e históricos: os que empobreceram possibilidades, adiaram futuros, destruíram confiança e transformaram a liberdade numa administração resignada da decadência. Portugal não vive numa…
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O Clube dos Escolhidos
Uma crónica crítica sobre o circuito fechado de relações, contratos e confiança privada que afasta profissionais competentes da contratação pública e transforma o Estado numa rede de acesso reservado, financiada por todos.
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O Atrelado que Sabia Demais
Uma novela negra portuguesa sobre um atrelado apreendido numa operação contra o tráfico de cocaína, desaparecido de um parque da PJ e reencontrado nas instalações do empreiteiro que trabalhou para a Judiciária e para o actual ministro da Administração Interna.
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A Produtividade Não Mora no Escritório
O trabalho remoto não é uma concessão à comodidade, mas uma prova à maturidade das organizações. O open-source já demonstrou que equipas distribuídas podem criar infra-estruturas críticas sem confundirem presença com produtividade.
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A Democracia dos Intocáveis
Portugal, cinquenta e dois anos depois: a democracia permanece no papel, mas perde substância no quotidiano.
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A Democracia Capturada: os homens de bem e a indústria da decadência
A Democracia Capturada: os homens “de bem” e a indústria da decadência O perigo para a democracia não vem apenas de quem a ataca por fora. Vem também de quem a esvazia por dentro enquanto se apresenta como seu defensor. Nota de abertura: Portugal vive uma estranha forma de democracia: tem eleições, parlamento, partidos, tribunais, comentadores, cerimónias, juramentos, discursos constitucionais e a palavra “liberdade” sempre pronta para ser usada quando convém. A embalagem está lá. O rótulo também. Mas por baixo da superfície democrática existe uma rede persistente de interesses, aparelhos, favores, dependências, negócios, cumplicidades, carreiras protegidas e respeitabilidades de fachada. Portugal vive uma estranha forma de democracia. Tem eleições,…
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A Humanidade ainda Pequena: tecnologia nas estrelas, espírito da gruta
A Humanidade ainda Pequena: tecnologia nas estrelas, espírito na gruta A humanidade tem tecnologia para tocar as estrelas, mas ainda não aprendeu plenamente a não pisar o semelhante. Nota de abertura: Imaginar um Portugal justo, competente, humano e feliz parece quase ficção científica porque a humanidade ainda não soube elevar suficientemente o seu espírito. Conquistou máquinas admiráveis, mas continua muitas vezes presa à pequenez da ganância, da vaidade, do domínio, do vale-tudo e da incapacidade de reconhecer no outro uma extensão da própria dignidade. Há imagens de futuro que parecem ficção científica. Um país justo. Um Estado competente. Uma economia ao serviço da vida. Uma política com honra. Uma sociedade…
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O Governo em Modo de Incêndio Permanente
Montenegro foi reconduzido democraticamente, mas a legitimidade eleitoral não substitui competência, transparência e responsabilidade. Entre crises éticas, falhas nos exames e limitações assumidas na Saúde, o Governo parece viver em modo de incêndio permanente.
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Pensar para Resolver
Resolver um problema não é pressioná-lo até que se renda. É compreendê-lo, testar caminhos e reconhecer quando uma pausa, uma caminhada ou o silêncio podem devolver ao pensamento a flexibilidade perdida.
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Portugal, o País que Tem Medo de Mudar
Uma crónica sobre o pânico português perante a mudança, observado ao longo de décadas de transformação tecnológica no Estado e nas empresas privadas, onde sistemas tecnicamente sólidos foram tantas vezes derrotados pela rotina, pelo medo e pelos pequenos poderes instalados.


























