Pedinte da Europa
- Corrupção, Democracia e Sociedade, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, Pedinte da Europa
Portugal, Onde a Riqueza Não Flui
Que economia e sobretudo que futuro para Portugal? Publicado originalmente em 6 de dezembro de 2013 — Blog fgonblog.blogspot.com Edição revista e comentada — Outubro de 2025, em Fragmentos do Caos Qual economia, qual recuperação, qual revitalização das empresas! E sobretudo… que futuro para Portugal ? Será que ninguém explica a estes economistas, políticos e governantes medíocres e sem vergonha, o que significa a palavra moeda (dinheiro), em inglês currency, que implicitamente quer dizer… fluir… circular… ?! Pois se o dinheiro fica sempre entrincheirado nas mãos de meia dúzia de avaros e agiotas deste pobre país, e estes o põem sempre a salvo… em fantásticos “colchões” de offshores, sobretudo durante…
- Assalto a "coisa pública", Burocracia, Corrupção, Democracia e Sociedade, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, Pedinte da Europa
Portugal: Da Forja à Rotunda: o País que Trocou a Produção pela Subvenção
“O Crepúsculo das Máquinas: quando a Nação se fez Turística”) O País que Desaprendeu a Produzir — Da Siderurgia à Subvenção Por Francisco Gonçalves & Augustus Veritas Lumen — Fragmentos do Caos Box de Factos 1953–1974: Planos de Fomento estruturam energia, transportes, cimentos, química, siderurgia. 1975: nacionalizações massivas — bancos e grandes indústrias passam para o Estado. 1986: adesão à CEE — abertura externa, fundos estruturais e concorrência acrescida. 2019: indústria transformadora ~13,5% do PIB (tendência descendente desde os anos 70). 1) Introdução — memória, economia e soberania Em meio século de democracia, Portugal recebeu volumosos fundos europeus e modernizou infraestruturas. Ainda assim, o país cristalizou-se como economia de serviços,…
- Corrupção, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça, Pedinte da Europa, Política
O Eterno Provincianismo Luso
A Síndrome do Império de Quintal: A Euforia Pueril do Provincianismo Lusitano Como a celebração do mínimo denominador comum nos impede de crescer É um espetáculo peculiar, repetido ad nauseam nas televisões, nos cafés e nas redes sociais: a euforia desproporcionada com uma conquista menor. Um prémio internacional qualquer, uma referência fugaz num jornal estrangeiro, a inauguração de mais um data center ou a eleição de uma praia portuguesa num ranking duvidoso. Aclama-se com o fervor de quem descobriu o caminho marítimo para a Índia. Esta “alegria de província” – este provincianismo puto – não é inofensiva. É o sintoma de uma adolescência cultural prolongada, um complexo de inferioridade mascarado…
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Portugal da Mesmice: Aviões, Satélites e o Banquete do Futuro que Mete Medo
Ontem, com pompa e circunstância, o ministro da Economia anunciou a nova aventura nacional: Portugal vai construir o seu primeiro avião civil e militar, de 19 lugares e 2.000 km de autonomia, e lançar sete satélites portugueses a partir de uma rampa nos Açores. Tudo embrulhado em números gordos: 3 mil milhões de euros do PRR. À primeira vista soa a epopeia futurista: um país pequeno a conquistar o céu e o espaço. Mas quem conhece a história lusitana de megalomanias financiadas a crédito sente logo um arrepio na espinha. Porque este anúncio levanta perguntas que ninguém ousou fazer em direto: O discurso político fala de futuro, inovação, soberania tecnológica.…
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Portugal, o Pobrezito da Esmola Europeia
Na praça da Europa, entre palácios dourados e discursos inflamados, lá está ele:o pequeno Portugal, de chapéu na mão e calças esfarrapadas,a pedir uma moedinha para apagar o fogo que lhe devora a casa. Vem a Presidente da Comissão, sorridente e maternal,prometer solidariedade — como quem lança umas moedas de cobreao mendigo da esquina que já todos conhecem.“Coragem, Portugal, nós ajudamos-te a levantar!”E o pobrezito agradece, bate palmas e chora de emoção,como se a esmola fosse milagre. Mas o que é que acontece depois?— As moedas caem nos cofres dos mesmos de sempre:consultoras de luxo, projetos de PowerPoint,planos estratégicos que ninguém lê,e relatórios que ardem mais depressa que os pinhais…














