Elites patéticas
- Corrupção, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
Rasgar Vestes Selectivamente: A Liturgia Portuguesa do “Direito Internacional”
BOX DE FACTOS O gatilho: a operação dos EUA para “extrair”/deter Maduro reacendeu o coro mediático do costume. O refrão: “Direito Internacional!” dito com solenidade… e esquecido com a mesma rapidez. A coreografia: indignação selectiva, alinhada com regimes e grupos que não são exactamente fãs de democracia liberal. O subtexto: mais que ética, há pertença tribal; mais que factos, há bandeiras. A pergunta: indignação por princípio… ou indignação por conveniência? Rasgar Vestes Selectivamente: a Liturgia Portuguesa do “Direito Internacional” Em Portugal, a indignação é um instrumento de precisão: acerta sempre no alvo certo… desde que o alvo seja conveniente. Há uma coisa que Portugal faz com mestria: transformar qualquer acontecimento…
- Burocracia, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
Que país e que Europa temos, 40 anos depois da adesão?
BOX DE FACTOS Tratado assinado: 12 de Junho de 1985 (Jerónimos). Adesão efectiva: 1 de Janeiro de 1986. (Portugal2030) Convergência (PPC): Portugal em 82% da média UE em 2024 (Eurostat via GEE). Em 2000 chegou a ~85% e depois perdeu fôlego. (GEE / Eurostat; Mais Liberdade) Fundos europeus: estimativas apontam para cerca de 167 mil milhões € em quatro décadas (Eco, especial 2025). Percepção pública: Comissão Europeia em Portugal refere 91% dos portugueses a concordarem que o país beneficiou da adesão. (Representação da CE) O dilema: infraestrutura e modernização avançaram; produtividade, salários e estrutura produtiva ficaram aquém. Que País e Que Europa Temos, Quarenta Anos Depois da Adesão? Expectativas cumpridas……
- Crime Organizado, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, Política Internacional
A Teia de Maduro e o Cerco da DEA: quando o Estado vira cartel — e o cartel aprende a ser Estado
BOX DE FACTOS Em 2020, o DOJ (EUA) anunciou acusações criminais contra Nicolás Maduro e outros responsáveis, alegando narco-terrorismo, tráfico e corrupção. Em 2025, o Tesouro (OFAC) sancionou o Cartel de los Soles como entidade criminosa sediada na Venezuela, descrevendo apoio material a redes violentas. Em 2025, o Departamento de Estado anunciou a intenção de designar o Cartel de los Soles como FTO (organização terrorista estrangeira), com data de efectivação indicada. A DEA intensificou acções de cerco em rede: operações coordenadas multi-jurisdição, com foco em finanças, logística, e desmantelamento (não apenas apreensões). A Europa surge como mercado final e palco de degradação institucional: corrupção portuária, violência e infiltração do crime…
- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
Banif: Do Ouro Africano ao Estoiro Final — Roque, Berardo e a Factura para Portugal
BOX DE FACTOS Horácio Roque parte adolescente para Angola; mais tarde fixa-se na África do Sul e torna-se parceiro de negócios de Joe Berardo. O Banif nasce a 15 de Janeiro de 1988, incorporando o activo e passivo da Caixa Económica do Funchal, então em dificuldades. O fim chega a 20 de Dezembro de 2015, com medida de resolução e venda ao Santander Totta. O apoio público e a factura foram estimados em valores na ordem dos 2,0–2,3 mil milhões € (com detalhe oficial de 2,255 mil milhões € numa comunicação governamental), variando conforme a forma de contabilização (Estado/Fundo de Resolução/outros efeitos). Este ensaio discute factos e mecanismos; evita acusações…
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Do Trono à Cleptocracia (1820–2025) — Um livro para acordar a cidadania
BOX DE FACTOS O que é: um livro-espelho sobre o percurso político português, de 1820 a 2025, e as metamorfoses do poder. Para quê: trocar resignação por lucidez — e lucidez por acção cidadã. O alvo: a normalização do “não vale a pena”, do “são todos iguais”, do “deixa andar”. O convite: ler, discutir, partilhar e exigir — com serenidade, mas sem ajoelhar. Onde ler: Portugal : Do Trono à Cleptocracia Do Trono à Cleptocracia (1820–2025) Um livro para desalojar a indiferença e reinstalar a cidadania Há um país que não é pobre por falta de talento — é pobre por excesso de tolerância ao abuso. E o abuso prospera…
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Livros ao Lixo, Estrelas ao Frio — a Biblioteca da NASA e a Política da Ignorância
BOX DE FACTOS O quê: Encerramento da maior biblioteca de investigação da NASA, no campus Goddard (Maryland). Quando: Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2026. Como: “Reorganização” com encerramento previsto de 13 edifícios e de mais de 100 laboratórios até Março de 2026. Depois do fecho: Revisão do acervo por semanas/meses; parte armazenada, parte descartada segundo regras federais. O que está em jogo: Memória técnica, continuidade científica, e o princípio simples de que civilização é biblioteca — não é berraria. Livros ao Lixo, Estrelas ao Frio — a Biblioteca da NASA e a política da ignorância Quando uma potência espacial fecha bibliotecas para “poupar”, não está a cortar custos: está a…
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O País Falhado e o Governo do «Não Sei Mais»
BOX DE FACTOS Portugal é descrito pelo próprio poder como um país frágil e estagnado. O Estado social encontra-se degradado e sem respostas estruturais. Os governantes admitem o problema, mas não apresentam plano. O discurso substitui a governação efectiva por moralina. A responsabilidade é devolvida ao povo. O País Falhado e o Governo do «Não Sei Mais» Dizem-nos que isto é um pantanal. Depois pedem-nos fé. E despedem-se com ligeireza, como se o fracasso fosse apenas cenário. Portugal chegou a um ponto indecente: o poder descreve o fracasso como quem descreve o tempo. A economia é débil, o Estado social degrada-se, a pobreza alastra — e tudo isto é dito…
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Montenegro aterra de Marte — e pede-nos que rezemos
BOX DE FACTOS Nas mensagens de quadra, admite-se um País frágil, cansado, com demasiada pobreza — mas o remédio soa a “esperança” e “coesão”. O Primeiro-Ministro insiste em “mentalidade” e “ambição”; o Presidente apela à coesão e à paz no mundo. Para quem vive a factura real, isto pode soar a conselho de balcão dado por quem nunca paga a conta. Quando a política pede que o povo “faça melhor”, convém lembrar: governar não é desejar — é decidir, executar, responder. Montenegro aterra de Marte — e pede-nos que rezemos Há discursos que são pão. E há discursos que são espuma: brilham um instante, e depois desaparecem — deixando o…
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Vendemos o Clima — e Comprámos Cinza: a Grande Hipocrisia do País que Arde
BOX DE FACTOS Os incêndios não queimam apenas árvores: libertam uma sopa química de gases e partículas que respira quem está longe do fogo. Novas estimativas científicas sugerem emissões orgânicas no ar superiores ao que muitos inventários assumiam. Em Portugal, a época de fogos repete-se como ritual: discursos solenes, promessas de “reforma”, e a mesma vulnerabilidade estrutural. Entre cimeiras e slogans verdes, a prevenção no terreno continua a ser tratada como despesa incómoda — e não como infra-estrutura vital. Vendemos o Clima — e Comprámos Cinza Há gente que descobriu agora, (talvez alguém lhe tenham soprado ao ouvido), que os incêndios poluem mais do que se estimava. Eu descobri, e…
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O Artista dos Ajustes — e a política como palco permanente
BOX DE FACTOS O tema reaparece como fantasma recorrente: ajustes directos, ligações partidárias e ética em modo “explicador”. A palavra “legal” surge sempre impecável; a palavra “decente” aparece, quando muito, em itálico invisível. O país oscila entre duas emoções: indignação instantânea e amnésia programada. A pergunta que fica: um Governo cai por factos… ou por narrativas? O Artista dos Ajustes — e a política como palco permanente Há países onde um escândalo é um abalo. Em Portugal, é uma rubrica: entra, sai, volta a entrar — e no fim ainda pede desculpa por incomodar. O caso continua. Não é novidade: em Portugal, certas histórias não acabam — renovam. Trocam-se as…



























